sábado, 27 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
IIeostomia
" Alguns esclarecimentos sobre Ileostomia
Ileostomia
Ileostomia é a operação na qual o íleo (Parte inferior do intestino delgado) é trazido até a parede abdominal através de uma incisão e transformado numa saída artificial das fezes para dentro de um saco preso à pele.
Porque se faz
A ileostomia permanente é geralmente realizada em doentes com quadros graves de colite ulcerosa (ou, raramente, na doença de Crohn) que, apesar do tratamento medicamentoso, continuam a deteriorar-se. Para estes doentes, o único meio de restabelecer a saúde é efectuar uma proctocolectomia total (uma operação para extrair o cólon e o recto doentes), seguida de ileostomia.
Por vezes, é necessária uma ileostomia transitória na altura de uma colectomia parcial (remoção de parte do cólon) para permitir que a anastomose do cólon cicatrize antes da passagem dos resíduos fecais. A ileostomia temporária pode também ser efectuada, como medida de emergência, num doente grave por obstrução alta do intestino grosso, impedindo a passagem das fezes. A ileostomia é feita acima da obstrução e, ao descomprimir o intestino, permite que o doente recupere o suficiente para uma colectomia parcial da zona obstruída. A ileostomia temporária é encerrada quando o cólon tiver cicatrizado.
Como se faz
Depois de todo o cólon e recto serem removidos, a extremidade do íleo é trazida à pele através de uma incisão na parede abdominal. Tal como no caso de uma ileostomia temporária, a ansa de intestino trazida à superfície é aberta para permitir a saída das fezes. Os bordos desta abertura são então cosidos à pele, na incisão abdominal, para criar um estoma (uma abertura artificial). O estoma fica habitualmente localizado no lado direito, cerca de 5 cm abaixo da cintura natural e afastado do osso ilíaco.
Cuidados pós-operatórios
Durante alguns dias, os doentes podem necessitar de alimentação por via intravenosa. Depois disso, o intestino recomeça a funcionar normalmente e as fezes líquidas saem através do estoma para um saco colado à pele por vedantes adesivos.
Durante o período de convalescença, os doentes com ileostomia permanente devem receber aconselhamento para se adaptarem ao estoma e à nova imagem do seu corpo. Devem ser também instruídos relativamente aos cuidados práticos a ter com o estoma. Não há controle muscular sobre a evacuação através do estoma. As fezes são semilíquidas e contêm enzimas que podem lesionar a pele à volta do estoma. Por estas razões, é necessário que o saco esteja sempre bem colocado.
O doente deve ser ensinado a esvaziar, mudar e utilizar o saco e a manter uma boa aderência entre o saco e o corpo para proteger a pele e evitar perdas.
A recuperação completa leva cerca de seis semanas, durante as quais os doentes devem evitar atividade física vigorosa.
Prognóstico
Em geral, a situação dos doentes a quem é feita uma ileostomia, depois da remoção de um cólon gravemente inflamado, melhora drasticamente. Dado o aumento significativo da sua capacidade de trabalho, muitos dizem que gostariam de ter sido operados anos antes. A seguir à convalescença, os doentes devem estar habilitados a retomar a sua atividade profissional, familiar e social e o seu estilo de vida.
Após uma ileostomia, é necessário beber mais líquidos e assegurar uma ingestão adequada de sal, compensando assim a falta do cólon (cuja função principal é a reabsorção de água e de sal).
Cumpridas estas recomendações, é geralmente possível fazer uma alimentação normal. É necessário que o médico seja sempre informado de qualquer alteração na função ou no aspecto do estoma. Ocasionalmente, o estoma pode estreitar-se ou prolapsar (fazer procidência excessiva no abdómen), exigindo correção cirúrgica.
Têm sido feitas várias tentativas para criar ileostomias que necessitem de ser esvaziadas só uma ou duas vezes por dia, a horas fixas e que não exijam um dispositivo externo. Estes estomas têm reservatórios internos construí dos com ansas de intestino delgado, fechos magnéticos e sistemas de filtros de carvão para os gases. No entanto, nenhum destes sistemas provou totalmente, e, na maioria dos doentes, ainda é feita ileostomia convencional".
Fonte: http://www.seleccoes.pt/lieostomia
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
|
Fonte : http://www.nutrionco.com.br/default.asp?site_Acao=mostraPagina&paginaId=55
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Pálido Ponto Azul - Vídeo para reflexão
Prezados leitores deste blog, indico este vídeo para vocês.
Bom Final de Semana
Leiliane
segunda-feira, 21 de maio de 2012
“17 DICAS PARA COLOSTOMIZADOS QUE FAZEM IRRIGAÇÃO
Essas dicas são
válidas para os ostomizados que tem suas colostomias localizadas no cólon
esquerdo (sigmóide ou ascendente), ou melhor, uma colostomia esquerda terminal,
sem complicações, com diâmetro externo do estoma entre 20 e 45 mm e projeção
(protrusão) de até 25 mm.
1) - Ingerir, pelo
menos, 2 litros de água por dia para se manter hidratado. A irrigação fica
comprometida quando se está desidratado, pois o intestino absorve água.
2) - Nas primeiras
irrigações, até que se complete o processo de adaptação, procure utilizar cerca
de 1 litro de água no irrigador – alguns estomaterapeutas elevam esse valor até
1,2 litros. A quantidade média de água para esse fim, depois do período de
adaptação, gira em torno de 1,5 litros, podendo chegar a 2 litros.
3) - A temperatura da
água deve ser próxima a do corpo, ou seja, algo entre 36 ºC e 38 ºC.
4) - Água com
temperatura muito abaixo de 36º C, ou melhor, muito fria; pode provocar cólica.
5) - Água com
temperatura muito acima de 38 ºC, ou melhor, muito quente; pode provocar
irritação na parede do intestino.
6) – Procure relaxar a
musculatura do abdômen, antes de começar a introduzir o cone na colostomia. Com
essa providência será reduzido o estreitamento e a resistência da colostomia.
7) - A altura do
irrigador influencia na pressão e na velocidade da entrada de água no
intestino. Sendo assim, se o irrigador estiver acima da altura recomendada, à
velocidade de entrada da água pode ser rápida demais.
8) - A velocidade de
entrada de água muito lenta, pode não estimular o processo de lavagem desejado,
ficando parada no intestino.
9) - A entrada de água
com muita pressão no intestino pode ser a causa de cólicas e cãibras. Além
disso, pode provocar retorno da água para a extensão. Quando isso acontecer,
interrompa o procedimento.
10) - Também, a
entrada de ar na extensão pode causar cólica.
11) - A saída de água
muito lenta pode indicar que o intestino está absorvendo parte dela, ou seja, o
organismo evita eliminar aquilo que precisa. Isso sugere que o colostomizado
pode estar desidratado.
12) - Se a água que
sai do intestino se mostra limpa, pode ser um indício de que o intervalo entre
as irrigações está curto. Nesse caso, ele pode ser aumentado o que deve ser
feito com a orientação de um enfermeiro estomaterapeuta ou um outro treinado
nesse procedimento.
13) – Mal-estar
ocasionado por tontura ou “vista escurecida” são indicações de que a irrigação
deve ser interrompida, imediatamente. Nesses casos, com a ajuda de outra
pessoa, procure se manter deitado, até que o desconforto tenha passado.
14) – Se entre uma
irrigação e outra se observa vazamentos, isso significa que na ocasião do
procedimento o esvaziamento do intestino não foi completo.
15) - Se entre uma
irrigação e outra se observa perda de fezes, isso pode indicar que os
procedimentos dessa técnica precisam ser revistos. Além disso, essa perda pode
estar relacionada com a alimentação, uso de medicamentos e condições
emocionais. Sendo assim, procure orientação de um profissional da área de saúde
que esteja envolvido com o assunto.
16) – Procure conhecer
junto ao fornecedor dos seus equipamentos de irrigação, qual a vida útil deles;
tendo em mente que cada parte tem uma duração que lhe é própria.
17) – Lembre-se! É
o seu estomaterapeuta a pessoa mais indicada para lhe orientar e
conduzir nesse processo.
A IRRIGAÇÃO PODE
ELIMINAR O USO DA BOLSA.
VOCÊ SABIA?
Fonte: Texto original
em
http://www.ostomizadosecia.com/2008/12/17-dicas-para-colostomizados-que-fazem.html#ixzz1vYXiyXIe -
publicado no blog Ostomizados e Cia.”
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"Parte 01 - Perguntas e respostas sobre Colostomia
1. O que é colostomia?
- Colostomia é a porção do intestino exteriorizada através da parede abdominal. A colostomia faz com que uma parte do intestino fique exposta no abdome, como uma boca (est0ma). Esta abertura será o local por onde sairão às fezes que, por sua vez, serão armazenadas em uma bolsa coletora.
2. O que é estoma?
- Estoma é uma abertura feita cirurgicamente no abdome, por onde o conteúdo dos intestinos será expelido e coletado para uma bolsa externa.
3. Quando indica-se a realização da colostomia?
A colostomia é indicada, principalmente para descomprimir, drenar, aliviar tensões de anastomoses intestinais (união de parte do intestino com outra região do intestino) e proteger suturas de um orgão danificado, no caso o intestino grosso. Assim, no caso dos estomas intestinais (colostomias, ileostomias), eles, geralmente, são realizados para evitar que as fezes passem pelo local operado antes da cicatrização completa, evitando-se infecções nos pontos de sutura.
4. Como é feita a colostomia?
- A colostomia é uma realização cirúrgica feita em centro cirúrgico. Na cirurgia parte do intestino é exteriorizado no abdome (veja figura acima), outra parte do intestino tem a “boca” fecha com pontos de sutura.
5. A cirurgia de colostomia é definitiva?
Não, a colostomia pode ser permanente ou temporária, dependendo de cada doença que está sendo tratada. Por exemplo, na cirurgia para tratamento do câncer de reto, os estomas temporários são fechados depois da cicatrização da cirurgia, o que ocorre geralmente após 1 mês da cirurgia. Após o fechamento do estoma, o paciente volta a evacuar pelo ânus.
6. Como funciona o estoma?
- Uma vez que o estoma não pode ser controlado voluntariamente, o paciente precisará de uma bolsa de coleta de fezes. Um dos maiores problemas para os ostomizados, depois da cirurgia é a adaptação à vida normal. O paciente tem várias preocupações, dentre elas: o cheiro, os ruídos, as freqüentes idas ao banheiro, à reintegração social e profissional, o tratamento da pele à volta do estoma e até mesmo a atividade sexual.
7. Qual o aspecto normal do estoma?
- O estoma é constituído da mucosa normal do intestino, assim o aspecto normal, saudável, é de cor vermelho vivo, úmido e brilhante, devido a presença do muco intestinal, semelhante à mucosa da boca (parte interna).
- Nos primeiros dias após a cirurgia o estoma pode ficar edemaciado (inchado). Aos poucos o edema regride.
- A pele ao redor do estoma (chamada de pele periestomal) deve estar lisa, sem lesões ou ferimentos.
8. O estoma é doloroso?
- Não, o estoma não tem terminações nervosas, por isso não dói ao ser tocado, por isso existe o risco de causa lesões sem perceber. Caso apresente sangramento pequeno ao ser tocado, o paciente deve observar, e esperar que o sangramente pare expontaneamente. Caso o sangramento seja contínuo e abundante o médico deve ser procurado.
9. Além da colostomia, existem outros tipos de estomias?
- Sim, os tipos mais comuns são:
- Iliostomia, onde ocorre a exteriorização de um segmento do íleo.
- Urostomia, que é a abertura de um trajeto alternativo de drenagem da urina pela parede abdominal.
10. Quais as consequências de se retirar uma parte do intestino grosso (cólon)?
- O intestino delgado é rico em enzimas e substâncias que servem para decompor os alimentos, ao contrário do intestino grosso, cuja principal função e absorver os líquidos do bolo fecal. Com a retirada de parte do intestino grosso o intestino delgado deve substituir o cólon na absorção dos líquidos, com isso, nas fases iniciais do funcionamento da colostomia as fezes são fluídas acompanhada de enzimas que podem irritar a pele. Com o passar do tempo as fezes adquirem concistência normal.
11. Qual a característica das fezes na colostomia?
- As características e a consistência das fezes variam de acordo com a porção do intestino que foi exteriorizada. As colostomias, portanto, são identificadas pela porção do cólon que é trazida para fora do estoma e a consistência da evacuação que vem de uma colostomia depende da região em que o intestino foi interrompido. Basicamente são de quatro tipos:
- Colostomia ascendente: o estoma é feito na alça ascendente, no lado direito do abdome. As fezes têm consistência semi-líquida.
- Colostomia transversa: o estoma é feito na alça do transverso, no lado esquerdo ou direito do abdome. As fezes têm consistência pastosa.
- Colostomia descendente: o estoma é feito na alça descendente, no lado esquerdo do abdome. As fezes têm consistência semi-sólida.
- Colostomia Sigmóide – uma colostomia sigmóide envolve o cólon sigmóide. As fezes são firmes e sólidas.
- Imediatamente após a cirurgia, o funcionamento do estoma intestinal é irregular podendo eliminar fezes várias vezes ao dia, em momentos diferentes. Na medida que o tempo passa, o estoma irá funcionar de forma mais regular, no entanto, não é possível controlar a saída das fezes.
12.Quanto tempo pode-se ficar com a colostomia?
- Não existe um tempo determinado do funcionamento da colostomia.
13. Quando é feita a reversão da colostomia?
- A reversão da colostomia é realizada quando a doença que obrigou a realização da colostomia está curada. Não existe um tempo para isso se realizar
14. Como é feita a reversão da colostomia?
- A reversão da colostomia é uma ato cirúrgio a ser realizado no centro cirúrgico onde o transito intestinal é restabelecido com sutura entre a “boca” da colostomia e a parte do intestino que ficou inativa.
15. A bolsa coletora deve ser usada sempre?
- Sim, a bolsa deve ser usada sempre, pois a colostomia pode funcionar a qualquer momento.
16. Existe alguma restrição ao uso de água?
- Não, a hidratação deve ser plena, observando sempre que no início da colostomia, o intestino não absorve adequadamente os líquidos causando muita perda de líquidos (água).
17. O que é colostomia úmida?
- A colostomia úmida em alça é construída para permitir a saída de urina e fezes através do mesmo estoma. É uma alternativa para pacientes que necessitam de dupla derivação (fezes e urina).
18. O que é uma ileostomia?
- A ileostomia é a exteriorização da parte final do intestino delgado na pele do abdome. As fezes de uma ileostomia são mais líquidas do que aquelas que saem por uma colostomia. As ileostomias são realizadas por qualquer motivo que impeça a passagem das fezes pelo intestino grosso.
19. O que é uma urostomia?
- Urostomia é uma abertura na pele que permite a saída de urina proveniente dos rins, ureteres ou bexiga. A mais comum é a urostomia de Bricker, na qual é utilizado um pedaço do intestino delgado que é exteriorizado na pele e a este pedaço são ligados os ureteres (canais que saem dos rins e conduzem a urina até a bexiga).
20. O paciente com estoma tem somente uma única abertura no abdome?
- Não, o paciente pode ter a necessidade de ter mais de um estoma, e todos devem ser cuidados e forma independente.
- Existem vários serviços oficiais e particulares de apoio aos ostomizados. Veja no site da Associação Brasileira de Estomaterapia (SOBEST) informações a este respeito."
Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br/2009/06/26/colostomia-aspectos-gerais/
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sábado, 21 de abril de 2012
Nutrição Hospitalar
"Nutrição Hospitalar |
No ambiente hospitalar, a desnutrição é frequente e em alta proporção, em média 50% dos pacientes internados apresentam algum grau de desnutrição. Devido ao grande percentual de desnutrição observados nos hospitais há anos, em novembro de 2008 foi publicada a portaria GM/MS nº. 2.860 com a nova incorporação ao Teto Financeiro dos estados e municípios, destinado a 211 hospitais brasileiros para o custeio da TN. No Brasil, no ano de 2008 foram realizados 1.042.933 procedimentos de TN 18, 19, 34 .
|
Há mais de 10 anos, os estudos a respeito da desnutrição hospitalar concluem que a prevalência é alta e o uso da TNE não está sendo aplicado de forma rotineira como deveria. Talvez isso se deve ao fato do não cumprimento ou baixo retorno financeiro dos programas governamentais e/ou pela fraca sensibilidade na detecção do EN por parte dos profissionais de saúde9, 34.
Fonte:
http://www.prodietnutricao.com.br/profissionais/nutricao-hospitalar
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Espessante Alimentar
" O USO DE ESPESSANTES ALIMENTARES INSTANTÂNEOS
DISTÚRBIOS DA DEGLUTIÇÃO
Imagine não poder mais saborear seus pratos e bebidas favoritos! Nem mesmo um pão com manteiga ou aquela pequena xícara de café pela manhã! Imagine ter que comer somente alimentos sem sua aparência normal! Essa é uma situação que milhões de pessoas enfrentam todos os dias por apresentarem algum grau de disfagia.
Dependendo da doença-de-base e do nível de acometimento, os efeitos disso podem ser emocionalmente e nutricionalmente devastadores – o que, em maior ou menor grau, implicará em risco de vida.
Para entender melhor a necessidade de espessar alimentos e bebidas para pessoas com deficiências na deglutição, é importante entender como a deglutição ocorre. Por que simplesmente transformar os alimentos em purês não é suficiente?
A DEGLUTIÇÃO NORMAL
A deglutição normal consiste de três estágios.
Durante o estágio oral , o alimento é preparado através da mastigação, sendo transformado em um bolo. A passagem desse bolo alimentar pela base da língua inicia o estágio faríngeo da deglutição. O terceiro estágio ocorre quando o bolo alimentar passa através do esôfago em seu caminho para o estômago.
Esse é um processo complexo e dinâmico, envolvendo uma série de movimentos musculares, tomando menos de 2 segundos para se completar. Durante esse curto espaço de tempo, a entrada para as vias aéreas são protegidas pela epiglote, enquanto que a do esôfago permanece aberta para a condução do alimento.
O QUE É A DISFAGIA?
Disfagia é a dificuldade em deglutir. Decorre de uma gama ampla de disfunções neurológicas, tumores de cabeça e pescoço ou outras condições médicas. Essa deficiência ocorre em qualquer um dos estágios anteriormente descritos, ora isoladamente ou combinando alguns ou todos eles.
Um dos maiores problemas resultantes da disfagia é elevar consideravelmente o risco de pneumonia por aspiração.
Da mesma forma como existem diversas causas da disfagia, também existem diferentes abordagens de tratamento:
mudanças na posição do doente, modificação da consistência dos alimentos e bebidas e técnicas específicas para alterar a forma do paciente engolir.
RISCOS NA ALTERAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS
Essa abordagem, aparentemente simples, envolve também seus riscos. Quando o médico, a nutricionista ou a fonoaudióloga indica a necessidade de transformar os alimentos em purês, a escolha do agente espessante é fundamental para a obtenção de consistências homogêneas e duráveis. A não utilização ou a escolha de agentes inapropriados pode, por exemplo, fazer com que purês de frutas ou vegetais cozidos em pouco tempo sofram separação entre a polpa e a água do próprio alimento. Essa pequena quantidade de água livre, apesar de aparentemente inofensiva, é suficiente para desencadear um quadro de pneumonia se for aspirada no processo de deglutição.
Além do aspecto anterior, a incapacidade de se obter purês com consistência estável restringe o paciente ao consumo de alimentos com aparência pouco apetecível, o que, por si só, pouco coopera para o encorajamento psicológico do paciente disfágico.
Dentro dessa mesma ótica, em se tratando-se da modulação da consistência de bebidas - medida obrigatória na manutenção do equilíbrio hídrico desse paciente – os espessantes devem interferir o menos possível nas propriedades organolépticas desses líquidos; quer por suas próprias características físico-químicas ou por evitarem reprocessamentos adicionais (p.ex. cocção).
THICK & EASY: FACILITANDO A DEGLUTIÇÃO
THICK & EASY - Espessante Alimentar Instantâneo , foi desenvolvido para suprir essas necessidades sem agravar os riscos da hidratação e da alimentação do disfágico.Sua composição (amido de milho modificado + maltodextrina) permite misturar-se facilmente a todos os tipos de bebida e purês de qualquer origem alimentar (p.ex. carnes, frutas, legumes, etc) sem formar grumos – problema geralmente inevitável na maior parte dos agentes espessantes utilizados.
Além de não modificar o sabor original dos alimentos e bebidas aos quais é adicionado, as propriedades hidrofílicas de THICK & EASY permitem o reajuste da consistência de líquidos , o aquecimento de purês em forno convencional ou microondas e o congelamento de bebidas ou purês previamente misturados ao espessante, sem perda da consistência originalmente preparada
POR QUE THICK & EASY FUNCIONA?
Alimentos espessados com THICK & EASY atendem a dois pré-requisitos básicos para o paciente disfágico. Primeiramente, a obtenção da consistência de purê-de-batata, tida como ideal nesses casos, torna o alimento mais denso e coesivo, eliminando o risco de tomar o rumo dos pulmões, fato comum com purês inconsistentes. A combinação integral do espessante com a água contida no alimento elimina por completo esse risco e coopera para sua hidratação, já que 98% dessa água será disponibilizada no processo de digestão.
Em segundo lugar, considerando que também comemos com os olhos , a durabilidade da textura dos purês obtidos com o uso de THICK & EASY permite modelar o alimento em formas mais apetecíveis com o uso de moldes, proporcionando apresentações mais atrativas que vão melhorar o estado psicológico e o apetite do paciente.
Desde seu lançamento no mercado mundial, em 1988, THICK & EASY - Espessante Alimentar Instantâneo, literalmente tem mudado o modo como se preparam purês e se espessam líquidos para pacientes disfágicos."
Fonte: Portal - Fresenius-kabi
http://www.fresenius-kabi.com.br/pdf/Espessantes.pdf
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DISTÚRBIOS DA DEGLUTIÇÃO
Imagine não poder mais saborear seus pratos e bebidas favoritos! Nem mesmo um pão com manteiga ou aquela pequena xícara de café pela manhã! Imagine ter que comer somente alimentos sem sua aparência normal! Essa é uma situação que milhões de pessoas enfrentam todos os dias por apresentarem algum grau de disfagia.
Dependendo da doença-de-base e do nível de acometimento, os efeitos disso podem ser emocionalmente e nutricionalmente devastadores – o que, em maior ou menor grau, implicará em risco de vida.
Para entender melhor a necessidade de espessar alimentos e bebidas para pessoas com deficiências na deglutição, é importante entender como a deglutição ocorre. Por que simplesmente transformar os alimentos em purês não é suficiente?
A DEGLUTIÇÃO NORMAL
A deglutição normal consiste de três estágios.
Durante o estágio oral , o alimento é preparado através da mastigação, sendo transformado em um bolo. A passagem desse bolo alimentar pela base da língua inicia o estágio faríngeo da deglutição. O terceiro estágio ocorre quando o bolo alimentar passa através do esôfago em seu caminho para o estômago.
Esse é um processo complexo e dinâmico, envolvendo uma série de movimentos musculares, tomando menos de 2 segundos para se completar. Durante esse curto espaço de tempo, a entrada para as vias aéreas são protegidas pela epiglote, enquanto que a do esôfago permanece aberta para a condução do alimento.
O QUE É A DISFAGIA?
Disfagia é a dificuldade em deglutir. Decorre de uma gama ampla de disfunções neurológicas, tumores de cabeça e pescoço ou outras condições médicas. Essa deficiência ocorre em qualquer um dos estágios anteriormente descritos, ora isoladamente ou combinando alguns ou todos eles.
Um dos maiores problemas resultantes da disfagia é elevar consideravelmente o risco de pneumonia por aspiração.
Da mesma forma como existem diversas causas da disfagia, também existem diferentes abordagens de tratamento:
mudanças na posição do doente, modificação da consistência dos alimentos e bebidas e técnicas específicas para alterar a forma do paciente engolir.
RISCOS NA ALTERAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS
Essa abordagem, aparentemente simples, envolve também seus riscos. Quando o médico, a nutricionista ou a fonoaudióloga indica a necessidade de transformar os alimentos em purês, a escolha do agente espessante é fundamental para a obtenção de consistências homogêneas e duráveis. A não utilização ou a escolha de agentes inapropriados pode, por exemplo, fazer com que purês de frutas ou vegetais cozidos em pouco tempo sofram separação entre a polpa e a água do próprio alimento. Essa pequena quantidade de água livre, apesar de aparentemente inofensiva, é suficiente para desencadear um quadro de pneumonia se for aspirada no processo de deglutição.
Além do aspecto anterior, a incapacidade de se obter purês com consistência estável restringe o paciente ao consumo de alimentos com aparência pouco apetecível, o que, por si só, pouco coopera para o encorajamento psicológico do paciente disfágico.
Dentro dessa mesma ótica, em se tratando-se da modulação da consistência de bebidas - medida obrigatória na manutenção do equilíbrio hídrico desse paciente – os espessantes devem interferir o menos possível nas propriedades organolépticas desses líquidos; quer por suas próprias características físico-químicas ou por evitarem reprocessamentos adicionais (p.ex. cocção).
THICK & EASY: FACILITANDO A DEGLUTIÇÃO
THICK & EASY - Espessante Alimentar Instantâneo , foi desenvolvido para suprir essas necessidades sem agravar os riscos da hidratação e da alimentação do disfágico.Sua composição (amido de milho modificado + maltodextrina) permite misturar-se facilmente a todos os tipos de bebida e purês de qualquer origem alimentar (p.ex. carnes, frutas, legumes, etc) sem formar grumos – problema geralmente inevitável na maior parte dos agentes espessantes utilizados.
Além de não modificar o sabor original dos alimentos e bebidas aos quais é adicionado, as propriedades hidrofílicas de THICK & EASY permitem o reajuste da consistência de líquidos , o aquecimento de purês em forno convencional ou microondas e o congelamento de bebidas ou purês previamente misturados ao espessante, sem perda da consistência originalmente preparada
POR QUE THICK & EASY FUNCIONA?
Alimentos espessados com THICK & EASY atendem a dois pré-requisitos básicos para o paciente disfágico. Primeiramente, a obtenção da consistência de purê-de-batata, tida como ideal nesses casos, torna o alimento mais denso e coesivo, eliminando o risco de tomar o rumo dos pulmões, fato comum com purês inconsistentes. A combinação integral do espessante com a água contida no alimento elimina por completo esse risco e coopera para sua hidratação, já que 98% dessa água será disponibilizada no processo de digestão.
Em segundo lugar, considerando que também comemos com os olhos , a durabilidade da textura dos purês obtidos com o uso de THICK & EASY permite modelar o alimento em formas mais apetecíveis com o uso de moldes, proporcionando apresentações mais atrativas que vão melhorar o estado psicológico e o apetite do paciente.
Desde seu lançamento no mercado mundial, em 1988, THICK & EASY - Espessante Alimentar Instantâneo, literalmente tem mudado o modo como se preparam purês e se espessam líquidos para pacientes disfágicos."
Fonte: Portal - Fresenius-kabi
http://www.fresenius-kabi.com.br/pdf/Espessantes.pdf
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Avaliação da Necessidade da Dieta Enteral ou Parenteral
A Avaliação da Dieta Enteral ou Parenteral é feita de acordo com o fluxograma abaixo:

Fonte: Portal Nestle Health Care Nutrition - http://www.nestle.com.br/portalnestle/healthcarenutrition/MatrixContainer/MatrixContainer.aspx?_MainLoaded=../QualidadeVida/wuBemEstar.ascx&idDiv=divMnuSaude&idImg=imgSaude#
Fonte: Portal Nestle Health Care Nutrition - http://www.nestle.com.br/portalnestle/healthcarenutrition/MatrixContainer/MatrixContainer.aspx?_MainLoaded=../QualidadeVida/wuBemEstar.ascx&idDiv=divMnuSaude&idImg=imgSaude#
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Úlceras de Pressão ou Escaras
"O QUE É?
A úlcera de pressão pode ser definida como uma lesão de pele causada pela interrupção sangüínea em uma determinada área, que se desenvolve devido a uma pressão aumentada por um período prolongado. Também é conhecida como úlcera de decúbito, escara ou escara de decúbito. O termo escara deve ser utilizado quando se tem uma parte necrótica ou crosta preta na lesão.
COMO SE DESENVOLVE?
COMO SE DESENVOLVE?
A úlcera de pressão se desenvolve quando se tem uma compressão do tecido mole entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado. O local mais freqüente para o seu desenvolvimento é na região sacra, calcâneo, nádegas, trocânteres, cotovelos e tronco.
QUAIS AS CAUSAS E FATORES DE RISCO?
QUAIS AS CAUSAS E FATORES DE RISCO?
São vários os fatores que podem aumentar o risco para o desenvolvimento da úlcera de pressão como: imobilidade, pressões prolongadas, fricção, traumatismos, idade avançada, desnutrição, incontinência urinária e fecal, infecção, deficiência de vitamina, pressão arterial, umidade excessiva, edema.
ESTÁGIOS DA ÚLCERA DE PRESSÃO
As úlceras de pressão podem classificadas em:
Estágio I | |
| quando a pele está intacta, mas se observa vermelhidão e um pouco de ulceração de pele. | |
Estágio II | |
quando a pele já está perdendo sua espessura, manifestando abrasão, bolha ou cratera superficial | |
Estágio III | |
quando se observa uma ferida de espessura completa, envolvendo a epiderme, a derme e o subcutâneo. | |
Estágio IV | |
quando se tem uma lesão significante, onde há a destruição ou necrose para os músculos, ossos e estruturas de suporte( tendões e cápsula articular). |
QUEM CORRE MAIS RISCOS?
Pacientes acamados que são ou foram fumantes, diabéticos, pacientes com incontinência fecal e urinária (uso de fraldas), desnutridos, idosos, pessoas com pouca ou nenhuma mobilidade, com problemas de circulação arterial.
COMO PREVENIR?
Manter alguns cuidados com a pele do paciente é fundamental. A atuação fundamental é no alívio da pressão da pele, nas áreas de maior risco, ou onde se tem ossos mais proeminentes. Alguns cuidados são bem importantes, e podem ser realizados desde os primeiros momentos que o paciente ficou acamado, seja em casa ou no hospital.
Atenção – áreas avermelhadas não devem ser massageadas, para não aumentar a área já lesionada.
| Manter colchão piramidal (caixa de ovo) sobre o colchão da cama do paciente. | |
| Mudar sempre o paciente acamado de posição. | |
| Colocar travesseiros macios embaixo dos tornozelos para elevar os calcanhares. | |
| Colocar o paciente sentado em poltrona macia, ou revestida com colchão piramidal, várias vezes ao dia. | |
| Quando sentado mudar as pernas de posição, alternando as áreas de apoio. | |
| Manter alimentação rica em vitaminas e proteína. | |
| Manter hidratação. | |
| Trocar fraldas a cada três horas, mantendo paciente limpo e seco.. | |
| Hidratar a pele com óleos e/ou cremes a base de vegetais | |
| Utilizar sabonetes com pH neutro para realizar a limpeza da região genital. | |
| Estar atento para o aparecimento de candidíase e outras infecções por fungos. Nesses casos, procurar o médico. | |
| Aplicação de filme transparente e/ou cremes ou loções a base de AGE nas áreas de risco aumentado para lesões | |
| Realizar massagem suave na pele sadia, em áreas potenciais de pressão, com loção umectante e suave. | |
| Manter a limpeza das roupas de cama, bem como mantê-las seca e bem esticadas. | |
| NÃO utilizar lâmpada de calor sobre a pele, pois estimulam o ressecamento da mesma." Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?626 ABC da Saude Encontre produtos para prevenção e tratamento de escaras em nossa loja: Hnutri - Saúde em sua casa. Atendimento em todo Brasil. Hnutri | Serviço de Atendimento ao Cliente T + 55 11 2577-0829 sac@hnutri.com.br |
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